sexta-feira, setembro 28, 2007
Em conversa com um amigo no outro dia acerca se devia ou não telefonar a uma miúda com quem ele foi tomar um copo, saíu-me esta "preciosidade" pelos dedos fora (é nestes momentos que sabemos que vivemos na era digital...as preciosidades saem pelos "dedos fora" e não pela "boca fora"...):
Nowadays everyone is fearing the wrong stuff. Everything is wrong! I see people taking hard drugs risking a heart attack or brain damage, statistics say people still have unprotected sex, riskink STDs, hell! I even see them risk skin cancer by sitting their lazy arses for too long in the sun. But I see no one risking getting their hearts broken. Everyone fears love.
E não consigo evitar acrescentar: bunch of wusses! Ninguém quer saber do amor, hoje em dia é tudo a "recibos verdes" como disse este senhor. Ainda arriscavam ser felizes e depois era uma chatice.
Nowadays everyone is fearing the wrong stuff. Everything is wrong! I see people taking hard drugs risking a heart attack or brain damage, statistics say people still have unprotected sex, riskink STDs, hell! I even see them risk skin cancer by sitting their lazy arses for too long in the sun. But I see no one risking getting their hearts broken. Everyone fears love.
E não consigo evitar acrescentar: bunch of wusses! Ninguém quer saber do amor, hoje em dia é tudo a "recibos verdes" como disse este senhor. Ainda arriscavam ser felizes e depois era uma chatice.

que podia ser,
desde que pudesse descansar um bocadinho das dores do mundo que me invadem o corpo
em pontos de interrogação.
Só porque disse que sim, que esperava
desde que pudesse sentar-me e respirar,
para que as minhas células não sufocassem com a tua ausência.
Só porque disse que sim, em muitas letras
mas em poucas palavras,
não quis dizer que me esquecia
de mim.
Só porque disse que morria um bocadinho
cada vez que olhavas para mim,
porque sabia que era mais um dos momentos
que tinhas escrito no teu caderno,
não quis dizer que te dava as letras todas, num abecedário fácil,
de línguas entrelaçadas.
Só porque disse que sim,
porque vi tantas coisas que tu não viste,
não quer dizer que não sinta a eternidade nos meus olhos
quando vejo a tua sombra
a marcar a manhã das tuas mãos em mim.
quarta-feira, setembro 19, 2007
terça-feira, setembro 11, 2007
Férias
